
Presença, acolhimento e resultado: a trajetória de Marcela Passamani
Quando muita gente ouvia falar em Secretaria de Justiça, pensava apenas em burocracia, distância e estrutura institucional.
Marcela Passamani ajudou a mudar essa percepção no Distrito Federal.
Durante sua atuação à frente da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, a SEJUS passou a ser vista de forma mais próxima das pessoas, principalmente por mulheres, idosos, famílias vulneráveis e comunidades que antes tinham dificuldade de acessar serviços públicos.
Mais do que ocupar um cargo, Marcela construiu uma gestão marcada por presença, escuta e ação concreta.

Uma gestão voltada para a vida real
Ao longo de sua trajetória na SEJUS, Marcela Passamani esteve diretamente ligada a programas sociais, ações de cidadania e iniciativas de acolhimento em diversas regiões administrativas do DF.
Sua atuação ficou conhecida por aproximar o Estado das pessoas.
Enquanto muitas políticas públicas permaneciam distantes da população, Marcela levou serviços para perto das comunidades, criando ações itinerantes e fortalecendo projetos sociais com foco em dignidade e inclusão.

Direito Delas: acolhimento para mulheres
Um dos programas mais reconhecidos de sua gestão foi o Direito Delas.

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Entrar para o TimeA iniciativa nasceu para acolher mulheres vítimas de violência, oferecendo atendimento psicológico, jurídico e social de forma humanizada.
O projeto ganhou destaque exatamente por unir cuidado emocional e solução prática.
Mais do que orientação, muitas mulheres encontraram escuta, proteção e apoio para recomeçar.

Cuidado com idosos e famílias
Outro marco importante da atuação de Marcela Passamani foi o fortalecimento de políticas voltadas aos idosos.
Durante a pandemia, ações como o Sua Vida Vale Muito mostraram uma preocupação concreta com pessoas que viviam em situação de vulnerabilidade e isolamento.
O programa chegou a receber reconhecimento internacional por transformar acolhimento em política pública.

Presença nas cidades do DF
Marcela também ficou conhecida pela presença constante nas regiões administrativas.
Ceilândia, Sol Nascente, Samambaia, Planaltina, Estrutural, Recanto das Emas e diversas outras cidades receberam ações sociais, mutirões de cidadania e atendimento itinerante.
Sua forma de atuação sempre esteve ligada à ideia de que política pública precisa chegar onde as pessoas estão.

Uma marca construída pela escuta
A trajetória de Marcela na SEJUS consolidou uma imagem pública diferente da política tradicional.
Sua gestão ficou associada a:
- acolhimento;
- presença;
- proteção às mulheres;
- fortalecimento das famílias;
- cuidado com idosos;
- cidadania;
- políticas públicas humanizadas.
Marcela costuma dizer que “política boa é aquela que chega na vida real”.
E foi exatamente isso que marcou sua passagem pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal.

